Compaixão para ter coragem, coragem para ter compaixão

Faz hoje um ano que criamos oficialmente a Ser – Cooperativa de Solidariedade Social, com 9 anos de CENIF (Centro Português de Investigação e Formação em Terapias Complementares) a estruturar-nos.

Como “A vida cria condições propícias ​​à vida”, segundo Janine Benyus, precisa cada ser nesta vida criar condições para que se realize e alcance o máximo do seu potencial – em harmonia consigo mesmo, com os outros e com o ecossistema onde está.

E onde se encontra a Ser com o seu propósito, para cada ser, comunidade e vida?

Sustentabilidade, Equilíbrio, Regeneração.

Sustentar os valores humanos universais que acreditamos; promover o equilíbrio de nós para os os outros, dentro de nós mesmos e na comunidade; Regenerar, capacitar, criar reciprocidade, entendimento na mesma dimensão em que trabalhamos a sustentabilidade e o equilíbrio.

A mais pequena ação que cada um de nós pode fazer, fará diferença para o potencial daqueles com quem intervimos, assim como para aqueles que beneficiam da sua presença. A mudança faz-se de pequenos passos tomados diariamente. Assim, ao longo deste ano de Ser, tão exigente, pudemos em 2020 apoiar 374 pessoas, em formação, o que representou um valor social de €14685. Realizamos 195 sessões de voluntariado que representam €1400 de valor social. E em início da segunda metade de 2021, temos 167 pessoas e €8330 de valor social. Em termos de voluntariado realizamos 26 sessões, que representa um valor social de €910.

Neste ano de 2021 implementamos o nosso estudo sobre a Autocompaixão, através dos cursos de Autocompaixão em Tempos de Pandemia, que são gratuitos e foram oferecidos a 104 pessoas. A partir daqui estamos a estruturar a Comunidade Compassiva, em torno deste trabalho tão importante.

Por isso mesmo é tão valioso cultivar Compaixão para ter coragem e Coragem para ter compaixão.

Nada se faz de um momento para o outro e tudo requer esforço. Quando andamos de mãos dadas e com o mesmo propósito, tudo é bem mais simples.

Muito obrigado Sílvia Oliveira, Maria João Freitas e Patrícia Gomes. Muito obrigado também a todos aqueles que nos acompanham, que partilham, que doam e cada vez mais são.

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